Share |

SAÚDE E CIDADANIA NA CIDADE DE SÃO PAULO


SAÚDE E CIDADANIA NA CIDADE DE SÃO PAULO
Curso para conselheiros municipais e participantes dos movimentos populares de saúde

PROGRAMA
Aula 1 - Direito à saúde e outros direitos
Dia: 26 de maio - Horário: 10h-12h30
Local: UNIFESP - Anfiteatro Flavio da Fonseca, Rua Botucatu N° 862 (próximo à estação Santa Cruz do metro)
Aula 2 - História da saúde no Brasil
Dia: 2 de junho - Horário: 10h-12h30
Local: UNIFESP -   Álvaro Guimarães, Rua Botucatu N° 862 (próximo à estação Santa Cruz do metro)
Aula 3 -  Questões de assistência à saúde - saúde do trabalhador, da família, da mulher e do homem
Dia: 16 de junho - Horário: 10h-12h30
Local: Museu de Medicina da USP (próximo à estação Clínicas do metro)
Aula 4 -  Democracia e participação: a importância dos movimentos populares de saúde
Dia 23 de junho - Horário: 10h-12h30
Local: UNIFESP -  Anfiteatro Álvaro Guimarães, Rua Botucatu N° 862 (próximo à estação Santa Cruz do metro)
Aula 5 - Avaliação do curso pelos participantes e planejamento de novas atividades
Dia: 30 de junho - Horário: 10h-12h30
Local: UNIFESP -  Anfiteatro Álvaro Guimarães– Rua Botucatu N° 862 (próximo à estação Santa Cruz do metro)
EQUIPE
Andre Mota
Marco Aurélio Vannucchi Leme de Mattos
Andres Reyes Pincheira
Maria Adenilda Mastelaro
Frederico Soares de Lima
Maria Macedo
Aracy Custódio Borges
Marisilda Silva
Janes Jorge
Priscila Vitalino Severo Pais
Lucas Florêncio Costa
Walter Cruz Swensson Junior

APOIO
UMPS - União dos Movimentos Populares de Saúde
Universidade Federal de São Paulo - Pró-Reitoria de Extensão Universitária - Departamento de História
Museu de Medicina da Universidade de São Paulo

CONTATOS

Frederico Soares de Lima - Email: fred_slima@yahoo.com.br - Telefone: 82219384
Janes Jorge - Email: jjunifesp@gmail.com - Telefone: 71648688

Inscrições abertas para CADES Itaquera


Inscrições abertas para CADES Itaquera

Quem mora ou trabalha na região Itaquera e tem interesse em ser candidatar ao Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz (CADES) deverá comparecer até o dia 15/05 na Praça de Atendimento da Subprefeitura localizada na Rua Augusto Carlos Bauman, 851.

O candidato deve morar ou trabalhar na região administrada pela Subprefeitura Itaquera, ter mais de 18 anos de idade, trazer documento de identificação com foto, comprovante de endereço ou trabalho, uma foto 3x4 e apresentar uma carta de intenção de proposta no formato A4.

O CADES é um fórum institucional que tem como objetivo planejar e executar as ações que contribuem para a melhoria da qualidade sócio-ambiental da região, além de colorar com a formulação de políticas públicas, promove e incentiva a participação social. O conselho é constituído por membros eleitos da sociedade civil e por representantes do poder público.  O mandato dos conselheiros tem a duração de dois anos, que podem ser reeleitos outras duas vezes.

Serviço:
Local: Subprefeitura Itaquera
Endereço: Rua Augusto Carlos Bauman, 851 – Itaquera
Inscrições: até 15/05 – 9h às 17h


Assessoria de Imprensa
Subprefeitura de Itaquera
Tel. 2079-1691

Seminário debateu situação habitacional na cidade


Lideranças de movimentos populares participam do seminário
“O direito à terra não é absoluto, mas o direito à moradia sim. Não basta distribuir renda para solucionar o problema da enorme defasem de moradias populares em São Paulo e no Brasil. No centro da questão está a distribuição da terra urbana, que não avança historicamente em virtude da especulação fundiária”.  Essas foram as principais críticas feitas pela urbanista e professora titular da USP e do Instituto de Economia da Unicamp, Ermínia Maricato, durante o Seminário Situação Urbana e Habitacional na cidade de São Paulo. Organizado pelo mandato da vereadora Juliana Cardoso (PT), o evento realizado no dia 28 de abril na Câmara Municipal serviu para debater as carências históricas de moradias e a falta de políticas públicas da gestão Gilberto Kassab. O seminário reuniu mais de 300 pessoas, muitas das quais de entidades de habitação popular. 
A professora, ex-secretária Municipal de Habitação na gestão Luiza Erundina, atribui o atraso ao direito à cidade, que incluem melhor transporte público e moradia, com bases históricas.  “No começo dos anos 60, a sociedade clamava por reformas no País, mas a   ditadura as impediu. Nas décadas de 80 e 90, o Brasil travou e não houve investimentos sociais”, declarou. “Hoje, ao estabelecer financiamentos para famílias com renda até 10 salários mínimos, fica claro que quem receberá o subsídio e será atendida é a classe média”.
A urbanista ainda aponta uma grave distorção urbana na cidade de São Paulo. “O centro velho não é degradado como proclamam. O centro é um tesouro. Se ele hoje é vazio à noite, cabe ter vida, ter moradias. A especulação sabe bem disso. É aqui que está a maior parte dos empregos e o mercado imobiliário não vai ceder, vai sempre se apropriar dessa região. E para valorizar essa área como outras a especulação fundiária expulsa os pobres para longe, porque pobre perto desvaloriza o metro quadrado”.

OBSTÁCULOS TRAVAM MELHORIAS – Para o arquiteto e também urbanista, Kazuo Nakano, do Instituto Pólis, o nó fundiário é o obstáculo para melhorar a vida das pessoas na cidade e tem raízes históricas. “Para entendermos a questão é necessário entender a formação da sociedade brasileira, que á autoritária”, afirmou. “Temos uma herança escravocrata e também temos uma herança de aceitação natural da construção política que não reconhece os diferentes e trata os grupos sociais como inferiores. As terras urbanas estão a serviço dos negócios imobiliários”, acrescentou, citando seguidamente a estudos da historiadora e filosofa Marilena Chauí para mostrar a vulnerabilidade social.
Em sua intervenção, o dirigente e advogado dos movimentos de moradia, Benedito Roberto Barbosa (Dito) criticou as ações truculentas e arbitrárias de remoção das famílias. “Apesar de avançarmos em várias frentes, hoje se deparamos com discurso democrático da administração municipal , mas a agenda é autoritária. Temos que cavar espaço no Ministério Público para a resistir”, disse. “Também assistimos a processo de criminalização dos movimentos sociais”.
O deputado Estadual Adriano Diogo (PT) enalteceu o trabalho e a postura da urbanista Ermínia Maricato. “Se houvesse justiça no Brasil, ela seria a ministra das Cidades”, afirmou. “Como ex-secretária de Habitação tem seu nome ligado a habitação, que foi a marca do governo Luiza Erundina”.
Coordenadora dos trabalhos da mesa, ao lado de Raimundo Bonfim, advogado e coordenador geral da Central de Movimentos Populares (CMP), a vereadora Juliana Cardoso também criticou a atual gestão. “Ao assumir o mandato em 2008, a primeira demanda foi a remoção sem ordem judicial de 220 famílias no Jardim Iguatemi, em São Mateus, para a construção do Rodoanel”, comentou. “As remoções são feitas por decreto, sem respeito e sem atender as famílias com programas habitacionais. A saúde e a habitação são os setores que a população mais sofre nesta gestão”.   

Material distribuído pela :-



Assessoria de Imprensa Vereadora Juliana Cardoso (André Kuchar MTb 15.513). Telefones 3396-4315 e 3396-4351 Site: www.julianacardosopt.com.br e www.twiter.com/julianapt


Universidade estadual de ensino a distância, a Fundação Univesp.


O governador Geraldo Alckmin assinou nesta quarta-feira o projeto de lei que cria uma universidade estadual de ensino a distância, a Fundação Univesp. O documento será agora encaminhado à Assembleia Legislativa para aprovação dos deputados.

Com a criação da instituição, São Paulo passa a ter quatro universidades estaduais. A Univesp começa a oferecer cursos de graduação semi-presenciais a partir de 2013. Serão criadas as licenciaturas em Língua Portuguesa, Ciências e Matemática, os bacharelados em Sistemas para Comércio Eletrônico e em Segurança da Informação, Tecnologia em Processos Gerenciais, Engenharia da Computação e de Produção, especialização em Formação de Educadores para Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e especialização em Formação de professores de Engenharia.

Durante a cerimônia de lançamento da Univesp, realizada no Palácio dos Bandeirantes, o secretário da Educação, Herman Voorwald, destacou a importância dos cursos de licenciatura. “A Univesp utiliza as ferramentas da educação a distância para atrair os jovens para as licenciaturas”.

O reitor da USP, João Grandino Rodas, ressaltou as mudanças que o mundo acadêmico têm enfrentado com as novas tecnologias. “(Com a Univesp) vamos ter a possibilidade de nos preparar para a universidade de 2025, que será muito mais tecnológica e prática”, apontou.

A expectativa é que a Univesp tenha 24 mil alunos em quatro anos – 12 mil próprios e 12 mil em parceria com as instituições de ensino superior do Estado. Para o governador Geraldo Alckmin, a característica virtual da universidade fará com que alunos de todas as cidades do Estado sejam atendidos. “Vamos fazer mais, melhor e com custos menores”. O modelo da Univesp é de pequeno porte corporativo, com quadro reduzido de profissionais.

Projeto piloto

A Univesp foi lançada em 2009 como um programa de expansão do ensino superior do Estado e atendeu 13 mil alunos em cursos extracurriculares, graduações e especializações. Entre os parceiros do projeto estão o Centro Paula Souza, a Fundação Padre Anchieta (TV Vultura) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Fonte: IG

Fredric Litto :
O presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância, Fredric Litto, considera ‘fantástica’ a iniciativa do governo estadual de criar a Fundação Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), instituição que oferecerá cursos de graduação e pós a distância.

‘Isso significa que a concentração de excelência no ensino superior não se dará mais apenas nas cidades onde as três universidades estaduais paulistas (USP, Unesp e Unicamp) têm câmpus presenciais’, diz Litto. Ele participou na manhã de quarta-feira, 25, da cerimônia em que Geraldo Alckmin assinou o projeto de lei que institui a Univesp. A proposta segue agora para aprovação da Assembleia Legislativa.

Litto acredita que o programa Univesp, criado em 2008 para oferecer cursos a distância, não avançou por ‘resistência’ de professores das parceiras USP, Unesp e Unicamp. ‘Pelo que se escuta nos bastidores, as universidades dificultaram tanto a criação de novos cursos que o governo resolveu criar uma nova universidade.’

O presidente da Abed espera que a médio prazo a Univesp ofereça cursos com forte demanda, como Administração, Direito e Pedagogia. Por enquanto, a Univesp planeja promover licenciaturas em Língua Portuguesa, Matemática e Ciências; bacharelados em Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Sistemas para Comércio Eletrônico, Segurança da Informação e tecnológico em Processos Gerenciais; e as especializações em Formação de Educadores para Linguagem Brasileira de Sinais e Formação de Professores de Engenharia.

A ideia do governo de dar autonomia à Univesp foi revelada em 27 de fevereiro pelo Estadão.edu. A fundação será vinculada à Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia. Além dos cursos próprios, a Univesp continuará realizando parcerias com USP, Unesp e Unicamp e o Centro Paula Souza. A meta é atingir, em quatro anos, a marca de 24 mil alunos, dos quais 12 mil próprios e 12 mil em cursos conveniados.

O programa Univesp foi lançado em 2008. Os cursos de graduação e pós são semipresenciais, ou seja, têm atividades online e encontros presenciais (que somam de 35% a 60% da carga horária total). Os alunos também assistem a programas produzidos pela Fundação Padre Anchieta e veiculados no canal digital 2.2, da TV Cultura.

Para Litto, as críticas feitas à educação a distância são ‘sempre genéricas’. ‘Dizem que não tem qualidade, mas há instituições de qualidade’, defende. ‘Nenhuma crítica específica é feita. E quando o fazem, é exatamente a mesma crítica que fazemos ao ensino presencial.’ Ele acredita que a EaD terá ‘cada vez menos oposição’.

Se o projeto for aprovado pelos deputados, a Univesp deixará de ser um programa para ganhar autonomia e orçamento próprio. Deve começar a operar já em 2013, desde que consiga credenciamento do Conselho Estadual de Educação e do Ministério da Educação.

Em cinco anos, atendimento diminuiu no Hospital Dr. Waldomiro de Paula


     
Relatório preliminar do Tribunal de Contas do Munícipio (TCM), elaborado antes da sessão de votação das contas da Prefeitura de São Paulo relativas ao ano passado, mostram dados preocupantes no desempenho do Hospital Dr. Waldomiro de Paula, em Itaquera. Também conhecido como Hospital Planalto, essa importante unidade de saúde da Zona Leste administrada pela Autarquia Hospitalar registrou drástica redução nos principais tipos de atendimento prestados à população nos últimos cinco anos.
A decadência do hospital não é só visível na parte física e estrutural, mas se reflete nos números do seu desempenho operacional.  As consultas de emergência/urgência tiveram queda de 57% no período de 2007 a 2011. As intervenções cirúrgicas sofreram redução de 39%, a taxa de ocupação que era de 80% caiu para 54%, enquanto o número de partos também diminuiu em 16%. Já a taxa de mortalidade subiu de 2,9% para 3,9% em igual período.
No Quadro de Lotação de Pessoal a previsão é de 243 médicos, mas somente 150 prestavam serviços no hospital em 2011. O desfalque de 93 médicos é tão flagrante que, na noite de 17 de outubro do ano passado, pessoas revoltadas com a demora, ameaçavam destruir as instalações do hospital. O caso foi parar na polícia, que conteve a revolta, conforme noticiou o jornal Agora.
Enquanto aguardam pela efetivação da Parceria Público-Privada (PPP) da Secretaria Municipal de Saúde que prevê para o Hospital Waldomiro de Paula demolição e construção de novo prédio em área próxima, pacientes sofrem para conseguir ser atendidos.
“No dia 6 de abril a Secretaria anunciou o 13º adiamento da entrega das propostas da Parceria Público-Privada e o projeto do novo Hospital de Itaquera não consegue sair do papel, assim como os três novos hospitais [Parelheiros, Zona Leste e Brasilândia] prometidos pela gestão Kassab”, comenta a vereadora Juliana Cardoso (PT), integrante da Comissão de Saúde da Câmara Municipal.  “Em 2008 o teto da ala de psiquiatria desabou e a situação continua a mesma: descaso com a população”.

INDICADORES DE DESEMPENHO
TIPO ATENDIMENTO
2007
2011
VARIAÇÃO
Consultas Urgência
131.182
56.505
- 57%
Cirurgias
2.331
1.422
-39%
Partos
2.570
2.158
-16%
Mortalidade
2,9%
3,9%
+ 1%
Taxa Ocupação
80%
54,7%
-32%

Fonte: Relatório TCM










Assessoria de Imprensa
Vereadora Juliana Cardoso
André Kuchar (MTb 15.513).
Telefones 3396-4315 e 3396-4351





Postos de saúde do extremo da Zona Leste estão sem vigilantes




Durante reunião ordinária da Comissão de Saúde da Câmara Municipal realizada na tarde do dia 25 de abril, foi aprovado requerimento apresentado pela vereadora Juliana Cardoso (PT) que solicita à Secretaria Municipal cópias dos contratos que substituíram os vigilantes das unidades de saúde da Coordenadoria Regional Leste por alarmes. O requerimento também solicita informações sobre os motivos dessa medida que adotou sistema de segurança à distância
Desde segunda-feira, dia 23 de abril, 112 UBS (Unidades Básicas de Saúde),15 CAPS (Centros de Atendimento Psicossocial) e 4 CECCOs  (Centros de Convivência e Cooperativas) do extremo leste da cidade como São Mateus, Guaianases, Itaquera, Cidade Tiradentes, São Miguel e Itaim Paulista  estão sem os seus vigilantes patrimoniais. Funcionários dessas unidades estão com receio de continuar a prestar serviços. A vereadora considera essa decisão temerária, já que os vigilantes dão respaldo ao trabalho dos profissionais de saúde, principalmente nos CAPS, dos quais cinco da Zona Leste são para atender pacientes dependentes de álcool e drogas.
“São dois contratos que, juntos, somam mais de R$ 900 mil mensais para fazer monitoramento sem a presença dos seguranças”, informa a vereadora. “A Secretaria precisa explicar os motivos de ter firmado dois contratos e os seus valores, mas principalmente porque deixa funcionários e pacientes em situações vulneráveis”.
De acordo com um funcionário da UBS Parque São Rafael, que pediu para não ser identificado, a presença do vigilante não  substitui a polícia. “Mas intimida a ação de criminosos e inibe eventuais agressões, já que o monitoramento não será 24 horas, mas somente quando a unidade estiver fechada”. Em geral, as unidades funcionam das 7h às 19h. “Os vigilantes acompanham a abertura e o fechamento da UBS e sem eles estaremos em situação de risco”, acrescenta.


Assessoria de Imprensa Vereadora Juliana Cardoso (André Kuchar MTb 15.513). Telefones 3396-4315 e 3396-4351 Site: www.julianacardosopt.com.br e www.twiter.com/julianapt

Seminário debate habitação na cidade


Seminário debate habitação na cidade
O mandato da vereadora Juliana Cardoso (PT) estará realizando neste sábado, dia 28 de abril, das 14h às 17h, Seminário sobre a Situação Urbana e Habitacional em São Paulo. Durante o evento serão debatidos temas como a especulação imobiliária e seus obstáculos na política urbana, a política higienista de despejo da gestão Gilberto Kassab e as diretrizes para uma política habitacional e urbana.
Já foram confirmadas as presenças de Ermínia Maricato, urbanista, professora titular pela USP e que também ministra atualmente aulas no Instituto de Economia da Unicamp, Kazuo Nakano, arquiteto e urbanista e Benedito Roberto Barbosa (Dito), dirigente e advogado dos Movimentos de Moradia.
O seminário será realizado na Câmara Municipal, Sala Sergio Vieira de Melo (1º Subsolo), Viaduto Jacareí, nº 100, Bela Vista. Informações pelos telefones 3396-4351 e 3396-4315.


Assessoria de Imprensa Vereadora Juliana Cardoso (André Kuchar MTb 15.513). Telefones 3396-4315 e 3396-4351 Site: www.julianacardosopt.com.br e www.twiter.com/julianapt