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Agência da ONU inicia missão no Japão para analisar Fukushima

Uma equipe de especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) iniciou nesta segunda-feira (25) em Tóquio uma missão na qual analisará os trabalhos de desmantelamento da usina nuclear de Fukushima e os níveis de contaminação radioativa. A equipe, formada por 19 especialistas e liderado pelo espanhol Juan Carlos Lentijo, começou sua viagem, que se prolongará até o dia 4 de dezembro, com uma reunião em Tóquio antes de partir esta mesma tarde à cidade de Fukushima, epicentro da crise nuclear, confirmou à Agência Efe um porta-voz do organismo. Concretamente, a missão se centrará em comprovar as evoluções no roteiro a médio e longo prazo para conseguir o desmantelamento dos reatores da usina nuclear de Fukushima Daiichi, detalhou o organismo. “A missão da AIEA avaliará este plano e, em particular, os esforços para controlar a água contaminada na área afetada pelo acidente e a retirada das barras de combustível da unidade 4″, os dois principais desafios que enfrenta o operador da central atualmente. Em sua missão, a equipe visitará o interior da unidade de 26 a 29 de novembro, enquanto o resto dos dias terá diversos encontros com especialistas do Ministério do Meio Ambiente japonês, o operador da usina, a Tokyo Electric Power (Tepco), assim como outras instituições do país. Além disso, a equipe da AIEA também analisará o índice de radiação no mar em frente à central, no qual se acredita que a unidade verte diariamente perto de 300 toneladas de água radioativa proveniente dos porões dos reatores e dos aquíferos subterrâneos. (Fonte: G1)

Especialistas debatem no Rio temas para conferência sobre mudanças climáticas

Quarenta especialistas de seis países discutem os temas prioritários que serão levados pelo Brasil à 19ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-19), que ocorrerá de 11 a 22 de novembro, em Varsóvia, na Polônia.

Os especialistas estão reunidos, desde segunda-feira (28), na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e participam da The Rio Climate Challenge: Rio Clima. O primeiro evento foi no ano passado, em paralelo à Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), e visou a discutir as mudanças climáticas, que ficaram de fora da pauta oficial. O primeiro Rio Clima terminou com cinco recomendações que foram entregues à presidenta Dilma Rousseff e encaminhadas à COP-18.

Segundo o conselheiro do Instituto OndAzul, André Esteves, um dos coordenadores da Rio Clima, a conferência deste ano tratou dessas cinco recomendações. “Como é que se desenvolvem ações para que essas recomendações do evento do ano passado possam se materializar a partir de agora”.

As conclusões serão apresentadas, em Varsóvia, pelo presidente da Subcomissão Especial da COP-19, deputado federal Alfredo Sirkis (PSB-RJ).

Na parte relativa à questão tributária, André Esteves informou que o debate é sobre como fazer um Produto Interno Bruto (PIB) – que é a soma de todos os bens e serviços fabricados no país – verde. O indicador mede o desenvolvimento sustentável dos países, englobando as três vertentes: econômica, social e ambiental. O PIB sustentável inclui a fixação de preços para serviços ambientais prestados por ecossistemas.

Outro tema que está sendo debatido diz respeito à redução das emissões de carbono para se atingir a meta da ONU de emissão de 450 ppm (partes por milhão) de gases do efeito estufa, com o objetivo de que o aumento da temperatura global não ultrapasse os 2 graus Celsius (ºC). “E também como pode ser feito um trabalho de desenvolvimento com base na sustentabilidade para que, efetivamente, a meta abaixo de 2ºC seja a perspectiva para os próximos anos”, reiterou Esteves. O fim dos subsídios ao carvão e ao petróleo também consta da pauta do encontro. (Fonte: Agência Brasil)

GCM não aceita TAC para mudar as suas abordagens




GCM não aceita TAC para
mudar as suas abordagens
A partir das constantes denúncias de ocorrências de maus tratos e de violência que pessoas em situação de rua da cidade de São Paulo sofrem com a Guarda Civil Metropolitana (GCM), o Ministério Público apresentou a proposta de Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para alterar as formas de abordagens praticadas por seus agentes, mas ela foi rejeitada no ano passado. 
A proposta do TAC partiu do promotor de Justiça e Direitos Humanos do MP, Eduardo Ferreira Valério. Ele agendou reunião para tal finalidade com o inspetor Chefe da GCM. “Acompanhado de advogado, foi designado um inspetor Regional. Este afirmou que os procedimentos da GCM são suficientes e recusou o TAC”, declarou Valério durante a audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal, realizada na quinta-feira, dia 31 de maio.
Diante da negativa, o promotor informou que prossegue com inquérito civil, coletando dados com casos de agressões.  “Dependendo do resultado do inquérito, poderemos depois instaurar uma ação judicial”, explicou Valério.
Não faltaram críticas à Prefeitura durante a audiência pública, que foi coordenada pela vice-presidente da Comissão, vereadora Juliana Cardoso (PT). “Existe uma incoerência muito grande da  Prefeitura. Recebemos denúncias de que, enquanto a Assistência Social distribui cobertores aos moradores, fiscais da Subprefeitura Sé junto com GCMs os recolhem”, disse a vereadora. “As ações de atendimento como o da Operação Frentes Frias não são realizadas de forma conjunta”.
A não divulgação dos números do censo sobre a população de rua prometida pela Secretaria de  Assistênc ia Social foi novamente cobrada. Outro fato que deixou os participantes da audiência indignados foram as ausências de representantes da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Educação, além de representantes do Serviço Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). e do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial). Somente compareceu a coordenadora do Programa de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde.
A audiência também  deliberou visita na unidade do CAPS da Rua Libero Badaró, seguindo a comissão depois até o SAMU, para tomar ciência dos problemas nesses locais.  

Crédito foto: Marcelo Ximenes/CMSP

Assessoria de Imprensa
Vereadora Juliana Cardoso
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Telefones 3396-4315 e 3396-4351

Justiça autoriza Prefeitura a comprar área para a Unifesp


Justiça autorizou Prefeitura a assumir posse do terreno da Gazarra
Vereadora Juliana Cardoso (PT): “Universidade vai trazer desenvolvimento à região”

O movimento pela Universidade Federal (Unifesp) na Zona Leste acaba de ganhar um passo decisivo para a sua implantação. Na última sexta-feira, dia 18 de maio, foi publicada no Diário Oficial decisão da juíza Cynthia Thomé da 6ª Vara da Fazenda Pública que autoriza a Prefeitura a assumir a posse do terreno da antiga metalúrgica Gazarra, na Avenida Jacu-Pêssego, em Itaquera, para instalação do campus. O valor definido para a aquisição do imóvel é de R$ 69,9 milhões.  
Essa área de 175 mil m² foi escolhida pelo movimento para receber a instituição de ensino superior. A metalúrgica entrou em falência na metade dos anos 90 e suas instalações entraram em leilão. O Ministério da Educação (MEC) sinalizou que o terreno era apropriado e a Prefeitura declarou em julho de 2010 a área de utilidade pública para fins de desapropriação.
No entanto, um ano depois, o Ministério Público (MP) interrompeu o processo de desapropriação. O MP descobriu que o imóvel foi arrematado por uma empresa privada num leilão público em maio do ano passado por R$ 15,4 milhões, mas a Prefeitura planejava pagar R$ 62,1 milhões pela desapropriação.  
Desde o final de março, quando foi realizado o 3º Abraço Simbólico no terreno, a expectativa era pelo despacho judicial. O Movimento pela Unifesp Leste nasceu há quatro anos e nesse período realizou grandes reuniões públicas em diversos bairros com a participação de representantes do MEC e da Unifesp, além de parlamentares de diferentes partidos. Também foram realizadas reuniões com autoridades da área de educação do governo federal, inclusive com o ex-ministro Fernando Haddad, e com o prefeito Gilberto Kassab.
De acordo com padre Antônio Luiz Marchioni (Ticão), da Paróquia São Francisco de Ermelino Matarazzo e coordenador geral do Movimento pela Unifesp Leste, em dezembro de 2009 o governo federal se comprometeu em implantar a universidade, desde que fosse celebrada parceria com a Prefeitura de São Paulo, que cederia o terreno.  
Para a vereadora Juliana Cardoso (PT), presidente da Frente Parlamentar da Câmara Municipal pela Unifesp Leste, uma  universidade vai atrair novos investimentos na região. “A expectativa é provocar grande impulso no desenvolvimento educacional, econômico e social”, disse. “A Zona Leste tem 4 milhões de habitantes e conta com 11 subprefeituras”

Assessoria de Imprensa Vereadora Juliana Cardoso
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Universidade estadual de ensino a distância, a Fundação Univesp.


O governador Geraldo Alckmin assinou nesta quarta-feira o projeto de lei que cria uma universidade estadual de ensino a distância, a Fundação Univesp. O documento será agora encaminhado à Assembleia Legislativa para aprovação dos deputados.

Com a criação da instituição, São Paulo passa a ter quatro universidades estaduais. A Univesp começa a oferecer cursos de graduação semi-presenciais a partir de 2013. Serão criadas as licenciaturas em Língua Portuguesa, Ciências e Matemática, os bacharelados em Sistemas para Comércio Eletrônico e em Segurança da Informação, Tecnologia em Processos Gerenciais, Engenharia da Computação e de Produção, especialização em Formação de Educadores para Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e especialização em Formação de professores de Engenharia.

Durante a cerimônia de lançamento da Univesp, realizada no Palácio dos Bandeirantes, o secretário da Educação, Herman Voorwald, destacou a importância dos cursos de licenciatura. “A Univesp utiliza as ferramentas da educação a distância para atrair os jovens para as licenciaturas”.

O reitor da USP, João Grandino Rodas, ressaltou as mudanças que o mundo acadêmico têm enfrentado com as novas tecnologias. “(Com a Univesp) vamos ter a possibilidade de nos preparar para a universidade de 2025, que será muito mais tecnológica e prática”, apontou.

A expectativa é que a Univesp tenha 24 mil alunos em quatro anos – 12 mil próprios e 12 mil em parceria com as instituições de ensino superior do Estado. Para o governador Geraldo Alckmin, a característica virtual da universidade fará com que alunos de todas as cidades do Estado sejam atendidos. “Vamos fazer mais, melhor e com custos menores”. O modelo da Univesp é de pequeno porte corporativo, com quadro reduzido de profissionais.

Projeto piloto

A Univesp foi lançada em 2009 como um programa de expansão do ensino superior do Estado e atendeu 13 mil alunos em cursos extracurriculares, graduações e especializações. Entre os parceiros do projeto estão o Centro Paula Souza, a Fundação Padre Anchieta (TV Vultura) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Fonte: IG

Fredric Litto :
O presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância, Fredric Litto, considera ‘fantástica’ a iniciativa do governo estadual de criar a Fundação Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), instituição que oferecerá cursos de graduação e pós a distância.

‘Isso significa que a concentração de excelência no ensino superior não se dará mais apenas nas cidades onde as três universidades estaduais paulistas (USP, Unesp e Unicamp) têm câmpus presenciais’, diz Litto. Ele participou na manhã de quarta-feira, 25, da cerimônia em que Geraldo Alckmin assinou o projeto de lei que institui a Univesp. A proposta segue agora para aprovação da Assembleia Legislativa.

Litto acredita que o programa Univesp, criado em 2008 para oferecer cursos a distância, não avançou por ‘resistência’ de professores das parceiras USP, Unesp e Unicamp. ‘Pelo que se escuta nos bastidores, as universidades dificultaram tanto a criação de novos cursos que o governo resolveu criar uma nova universidade.’

O presidente da Abed espera que a médio prazo a Univesp ofereça cursos com forte demanda, como Administração, Direito e Pedagogia. Por enquanto, a Univesp planeja promover licenciaturas em Língua Portuguesa, Matemática e Ciências; bacharelados em Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Sistemas para Comércio Eletrônico, Segurança da Informação e tecnológico em Processos Gerenciais; e as especializações em Formação de Educadores para Linguagem Brasileira de Sinais e Formação de Professores de Engenharia.

A ideia do governo de dar autonomia à Univesp foi revelada em 27 de fevereiro pelo Estadão.edu. A fundação será vinculada à Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia. Além dos cursos próprios, a Univesp continuará realizando parcerias com USP, Unesp e Unicamp e o Centro Paula Souza. A meta é atingir, em quatro anos, a marca de 24 mil alunos, dos quais 12 mil próprios e 12 mil em cursos conveniados.

O programa Univesp foi lançado em 2008. Os cursos de graduação e pós são semipresenciais, ou seja, têm atividades online e encontros presenciais (que somam de 35% a 60% da carga horária total). Os alunos também assistem a programas produzidos pela Fundação Padre Anchieta e veiculados no canal digital 2.2, da TV Cultura.

Para Litto, as críticas feitas à educação a distância são ‘sempre genéricas’. ‘Dizem que não tem qualidade, mas há instituições de qualidade’, defende. ‘Nenhuma crítica específica é feita. E quando o fazem, é exatamente a mesma crítica que fazemos ao ensino presencial.’ Ele acredita que a EaD terá ‘cada vez menos oposição’.

Se o projeto for aprovado pelos deputados, a Univesp deixará de ser um programa para ganhar autonomia e orçamento próprio. Deve começar a operar já em 2013, desde que consiga credenciamento do Conselho Estadual de Educação e do Ministério da Educação.

Postos de saúde do extremo da Zona Leste estão sem vigilantes




Durante reunião ordinária da Comissão de Saúde da Câmara Municipal realizada na tarde do dia 25 de abril, foi aprovado requerimento apresentado pela vereadora Juliana Cardoso (PT) que solicita à Secretaria Municipal cópias dos contratos que substituíram os vigilantes das unidades de saúde da Coordenadoria Regional Leste por alarmes. O requerimento também solicita informações sobre os motivos dessa medida que adotou sistema de segurança à distância
Desde segunda-feira, dia 23 de abril, 112 UBS (Unidades Básicas de Saúde),15 CAPS (Centros de Atendimento Psicossocial) e 4 CECCOs  (Centros de Convivência e Cooperativas) do extremo leste da cidade como São Mateus, Guaianases, Itaquera, Cidade Tiradentes, São Miguel e Itaim Paulista  estão sem os seus vigilantes patrimoniais. Funcionários dessas unidades estão com receio de continuar a prestar serviços. A vereadora considera essa decisão temerária, já que os vigilantes dão respaldo ao trabalho dos profissionais de saúde, principalmente nos CAPS, dos quais cinco da Zona Leste são para atender pacientes dependentes de álcool e drogas.
“São dois contratos que, juntos, somam mais de R$ 900 mil mensais para fazer monitoramento sem a presença dos seguranças”, informa a vereadora. “A Secretaria precisa explicar os motivos de ter firmado dois contratos e os seus valores, mas principalmente porque deixa funcionários e pacientes em situações vulneráveis”.
De acordo com um funcionário da UBS Parque São Rafael, que pediu para não ser identificado, a presença do vigilante não  substitui a polícia. “Mas intimida a ação de criminosos e inibe eventuais agressões, já que o monitoramento não será 24 horas, mas somente quando a unidade estiver fechada”. Em geral, as unidades funcionam das 7h às 19h. “Os vigilantes acompanham a abertura e o fechamento da UBS e sem eles estaremos em situação de risco”, acrescenta.


Assessoria de Imprensa Vereadora Juliana Cardoso (André Kuchar MTb 15.513). Telefones 3396-4315 e 3396-4351 Site: www.julianacardosopt.com.br e www.twiter.com/julianapt

Seminário debate habitação na cidade


Seminário debate habitação na cidade
O mandato da vereadora Juliana Cardoso (PT) estará realizando neste sábado, dia 28 de abril, das 14h às 17h, Seminário sobre a Situação Urbana e Habitacional em São Paulo. Durante o evento serão debatidos temas como a especulação imobiliária e seus obstáculos na política urbana, a política higienista de despejo da gestão Gilberto Kassab e as diretrizes para uma política habitacional e urbana.
Já foram confirmadas as presenças de Ermínia Maricato, urbanista, professora titular pela USP e que também ministra atualmente aulas no Instituto de Economia da Unicamp, Kazuo Nakano, arquiteto e urbanista e Benedito Roberto Barbosa (Dito), dirigente e advogado dos Movimentos de Moradia.
O seminário será realizado na Câmara Municipal, Sala Sergio Vieira de Melo (1º Subsolo), Viaduto Jacareí, nº 100, Bela Vista. Informações pelos telefones 3396-4351 e 3396-4315.


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Lançado site do Concurso de Redação do Senado

Lançado site do Concurso de Redação do Senado
Em sua quinta edição, o concurso é destinado a estudantes do ensino médio de escolas públicas estaduais e do DF. Os 27 finalistas, um por estado, participam do Projeto Jovem Senador, em Brasília
Estudantes votam propostas de lei, em sessão no Plenário do Senado, durante o Projeto Jovem Senador de 2011
Será lançado hoje o site do Projeto Jovem Senador, com informações sobre o 5º Concurso de Redação do Senado Federal, destinado a estudantes do ensino médio de escolas públicas estaduais e do Distrito Federal. O concurso é a porta de entrada para que os primeiros colocados em cada estado e no DF participem do projeto (leia matéria abaixo).

"Meu município, meu Brasil" é o tema deste ano do concurso de redação, realizado com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e das secretarias de Educação dos estados e do DF. 

Para o aluno participar, basta que a escola envie a redação escolhida à secretaria de Educação do estado até 31 de agosto. O órgão avaliará as dissertações e elegerá, até 28 de setembro, o texto que representará o estado na etapa nacional, realizada em Brasília.

Os finalistas serão premiados com notebook, medalha, certificado e publicação da redação em livreto produzido pelo Senado. As escolas dos três primeiros colocados na etapa nacional também serão premiadas com computadores para uso coletivo.

Na semana passada, foram enviados os últimos kits para escolas públicas de todo o país. Estudantes de 18.700 unidades de ensino participaram do concurso em 2011 e a ideia é aumentar o número este ano. As escolas que, por algum motivo, não receberam o material de inscrição e de divulgação, também poderão baixá-los na página na internet.

Desenvolvido pela Agência Senado, o site é o principal canal de comunicação entre a Casa e a comunidade escolar. Além de conferir as últimas notícias e todas as etapas do concurso, o internauta poderá acompanhar os preparativos e os bastidores do Projeto Jovem Senador, a divulgação dos finalistas, bem com a chegada deles a Brasília para representar os estados. Também é possível conferir os depoimentos dos participantes de edições anteriores.

Serviço

Site:
www.senado.gov.br/jovemsenador

Twitter:
@jovemsenador 

Marco Maia antecipa os principais itens da pauta de 2012

Marco Maia antecipa os principais itens da pauta de 2012

Fundo de previdência complementar dos servidores, distribuição dos royalties do petróleo, Lei Geral da Copa e aprimoramento da Lei Seca são propostas prioritárias apontadas pelo presidente da Câmara.
Beto Oliveira
Presidente Marco Maia no plenário do Congresso
Marco Maia exaltou a aprovação, no ano passado, de projetos como a regulamentação da Emenda 29.
Em seu discurso nesta quinta-feira (2) na reabertura dos trabalhos legislativos, o presidente da Câmara, Marco Maia, destacou projetos prioritários para as votações deste ano, dentre eles o que institui o fundo de previdência complementar do servidor público federal (Funpresp – PL 1992/07). O presidente afirmou que a proposta “já conta com um forte indicativo de acordo entre as lideranças da Casa”.
Outra proposta que deve movimentar a Casa ainda no primeiro semestre, segundo Marco Maia, é aquela sobre a distribuição dos royalties do petróleo (PL 2565/11). De acordo com ele, os parlamentares estão amadurecendo o debate sobre a medida, “que certamente proporcionará importante volume de recursos a estados e municípios que permitirão desenvolver ou aprimorar políticas públicas essenciais”.
Agenda
Quanto ao projeto da Lei Geral da Copa (PL 2330/11), o presidente defendeu sua rápida aprovação. Para ele, trata-se do “instrumento que formatará a organização deste tão grandioso evento, que servirá de vitrine da cultura brasileira para o mundo”.
Neste ano, a Câmara também irá trabalhar pelo aprimoramento da chamada Lei Seca (11.705/08), segundo garantiu Marco Maria. “Precisamos enrijecer ainda mais os dispositivos legais para aqueles que misturam álcool e direção, na incessante busca pela redução dos tão nefastos acidentes de trânsito”, afirmou.
O presidente da Câmara destacou ainda a necessidade de cautela com as despesas governamentais. “Temos como certo que os gastos públicos, neste momento de conjuntura econômica mundial duvidosa, devem estar diretamente ligados ao aumento da produção e ao desenvolvimento econômico do País”, ressaltou.
Resultados
No que diz respeito aos trabalhos do último ano, o presidente destacou que a Casa aprovou 637 propostas – 144 em Plenário e 493 nas comissões. Entre os textos aprovados, ele destacou a regulamentação da Emenda 29 e as aprovações da PEC da Música ; e do novo Código Florestal, após 12 anos de tramitação.
Marco Maia ainda ressaltou a votação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), da regulamentação do aviso prévio proporcional e do Estatuto da Juventude. E acrescentou: “Vale ainda destacar a implementação, em caráter permanente, da política de valorização do salário mínimo, que o levará, em pouco tempo, a um patamar superior a 500 dólares”.
O presidente ainda elogiou a aprovação da lei que regulamenta o acesso às informações (12.527/11). Em sua opinião, esse instrumento “certamente modificará o padrão de relacionamento entre as instituições e a cidadania”.
Por fim, o presidente lembrou que, devido às eleições municipais, o Congresso disporá de menos tempo para votações neste ano. No entanto, ressaltou que “a eleição municipal sempre propicia um debate importante e certamente trará novos desafios para o Legislativo”.
Veja a íntegra do discurso de Marco Maia.
Reportagem – Maria Neves
Edição – João Pitella Junior
 
Autorizada Agência câmara de Noticias